Itália: roteiro de 14 dias.

Caros leitores,

Vou fazer um post sobre minha viagem mais recente: Itália. Meu objetivo com esta postagem é relatar minha logística (organização dos dias) e dar algumas dicas com base nas minhas experiências pessoais. Não tenho o objetivo de trazer informações históricas (como por exemplo: o coliseu foi fundado no ano tal pelo imperador tal…). Também não tenho nenhum conflito de interesse (não estou recebendo nenhum benefício de nenhum estabelecimento mencionado). As informações abaixo citadas são apenas a minha opinião. Os preços citados podem estar desatualizados.

Duração: duas semanas. Como a passagem para Europa não é tão barata, acredito que a viagem deva ter uma duração razoável (depois de muita pesquisa consegui pagar RS 2019,00 Vitória-Milão, ida e volta com taxas). Pra mim essa duração foi ideal.

Período: final de março e início de abril. Este é um período de “média” temporada (a baixa temporada é o inverno). Sempre opto por viajar na primavera, pois além de encontrar preços razoáveis, os locais são menos lotados, o clima é agradável e as paisagens são belas.


Dica: sempre estudo o índice pluviométrico e as temperaturas do local onde pretendo viajar, pois é bastante chato pegar chuva durante toda a viagem. Uma maneira fácil de ver as temperaturas médias dos dias / meses de uma determinada cidade é no site http://www.accuweather.com/ (eu particularmente escrevo no google o nome da cidade + accuweather + mês + ano anterior. Por exemplo: “accuweather  Roma março 2016”).


Roteiro: sai do Brasil no Sábado à noite e voltei depois de 2 semanas em um sábado cedo (logo, cheguei na Europa domingo à tarde e sai de lá sexta à noite). Meu roteiro foi o seguinte:

1ª noite (domingo): Milão.

2ª à 5ª noite (segunda à quinta): Roma.

6ª e 7ª noite (sexta e sábado): Siena.

8ª e 9ª noite (domingo e segunda): Florença.

10 e 11ª noite (terça e quarta): Veneza.

13ª noite (quinta): Verona.


Milão

Cheguei ao aeroporto por volta das 16:00 horas e fui para a estação Milano Central com um trem chamado Malpesa Express (este trem parte a cada meia hora, custou 13 euros e a duração da viagem foi cerca de 50 minutos; é bem fácil de comprar o bilhete no local). Da estação central peguei um metro e fui à estação mais próxima do hotel onde fiquei hospedado (Ostello Bello). É um local bem interessante, pois no térreo funciona algo parecido com um bar. Esta foi a acomodação com melhor custo-benefício que encontrei (paguei 118 euros por uma noite em um quarto com banheiro privativo). A localização é ótima, sendo possível ir andando até a estação de metro e ao Duomo, a principal atração da cidade.

Opinião: em minhas viagens sempre dou prioridade a localização, pois, a meu ver, é melhor ficar em um hotel mais simples bem e localizado do que em um hotel mais luxuoso, porém mal localizado, uma vez que utilizo o hotel basicamente para tomar banho e dormir.

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Hotel em Milão

A rua principal entre o hotel e o Duomo (Via Torino) possui várias lojas de departamento (de baratas à caras), restaurantes e uma bela loja de doces industrializados com uma padaria nos fundos, onde comprei os melhores (e mais baratos) cannolis que comi em toda viagem.

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Cannoli

Em Milão basicamente fiquei caminhando nesta movimentada rua de compras e no entorno do Duomo, principal atração da cidade. No começo da tarde do segundo dia peguei um trem de alta velocidade para Roma (comprei antecipadamente no site http://www.trenitalia.com/ e paguei 99 euros/pessoa).


Roma

Cheguei em Roma no final da tarde e peguei um taxi até ao apartamento que havia alugado.

Dica (importante): nunca aceite ajuda de ninguém que venha de maneira “super” solícita te ajudar, pois geralmente depois da tal “ajuda” vem uma cobrança. No local onde se pegava os taxis havia um senhor “agenciando-os”, entretanto ele apenas se aproveitava da situação te encaminhando a um taxista e depois cobrava alguns euros. Então, basicamente, vá direito a um taxista.

Fiquei em um apartamento chamado Holidays Banchi Vecchi Apartment. Foi sem dúvida a melhor opção. Era perto de tudo (consegui visitar tudo à pé) e o proprietário (Mário) era brasileiro, o que facilitou bastante. Como eu estava em dois casais, o preço ficou bem melhor que ter alugado dois quartos de hotel (paguei 151 euros por noite – 75,5 por casal/noite).

A atração mais longe do apartamento era o Coliseu, que ficava a 2,5 km a pé. Vale a pena fazer tudo caminhando assim é possível conhecer melhor o local.

Meu roteiro de Roma foi:

1º dia (segunda-feira): nada programado. Como cheguei em Roma no final da tarde, apenas dei uma volta nos arredores do apartamento.

2º dia (terça-feira): Praças: Piazza del Popolo, Parque Borghese, Piazza di Spagna, Fontana de Trevi, Panthéon, Piazza Navona, Campo de Fiori.

Roma

Praças

Dica: em Campo de Fiori há azeites trufados. Não conhecia e achei o sabor espetacular. A trufa branca é melhor (e um pouco mais cara) que a negra. Não compre do primeiro vendedor que aparecer. Pesquise rapidamente os preços. (Melhores preços que encontrei para trufa branca: 9 euros/100ml; 15euros/250ml e 19 euros/500 ml).

3º dia (quarta-feira): “Roma antiga”: Coliseu, Piazza Venezia, Boca della Verità e Basilica di Santa Maria in Trastevere.

Dica: Não havia comprado o ingresso para o Coliseu com antecedência pois pretendia comprar o Roma Pass, porém ao ver que o metrô não seria necessário, cheguei a conclusão que o Roma Pass não valia a pena. Cheguei ao Coliseu “bem” cedo (08:00) e praticamente não havia fila.

roma antiga

“Roma antiga”

Roma

4º dia (quinta-feira): Vaticano.

Fui logo pela manhã ao Museu do Vaticano e a tarde na Basílica de São Pedro. Entrei no museu sem filas e na Basílica fiquei uma hora e meia na fila. Acredito que se tivesse invertido o itinerário seria a mesma coisa: entraria na Basílica sem filas e pegaria fila no Museu.

Dica: Acredito que vale a pena comprar a entrada do Museu com antecedência (não sei como seria se não tivesse comprado, mas comprei e não peguei fila nenhuma). Usei as informações deste blog: http://www.omundoepequenoparamim.com.br/passo-a-passo-para-comprar-e-reservar-o-ingresso-do-museu-do-vaticano/

Dica: Novamente, não aceite dicas de uns falsos agenciadores (que inclusive usam crachás) que ficam oferecendo ajuda na entrada e no interior do Vaticano. Um deles avaliou o meu bilhete para o Museu do Vaticano e falou que com ele eu não teria acesso a Capela Cistina, o que era uma mentira.

5º dia (sexta-feira). Tomei café, “devolvi” o apartamento ao Mário e fui pegar o carro que havia aluado para ir à Toscana.


Alugar um carro na Itália:

Vou expor o que observei em relação a  vantagens e desvantagens e ao final a minha opinião.

Vantagens:

  1. Liberdade de destinos e horários. É a principal vantagem. Você pode ir para onde quando quiser, sem ficar “engessado” nos horários dos trens. Por exemplo: conheci Moltepulciano entre Roma-Siena e Pisa entre Siena-Florença.
  2. Apreciar melhor as paisagens.

Desvantagens:

  1. Custo: como estava em quatro pessoas, o custo ficou similar ao preço do trem, porém em menos pessoas a diferença já fica significativa. O custo do aluguel em si é bem barato, porém quando se soma GPS (indispensável) + seguro (indispensável) + correntes + taxas + estacionamentos, a soma não fica tão baixa assim.
  2. Transito: é um pouco chato sair de Roma. O GPS é indispensável.
  3. Cidades com zona de tráfego limitada (ZTL). As cidades mais antigas (Moltepulciano, Siena, Florença) possuem zona de tráfego limitada, onde não se pode circular de carro.
  4. Estacionamento: como geralmente os hotéis ficam dentro da ZTF, é necessário pagar estacionamento fora dela para o veículo (cerca de 25-30 euros por noite)
  5. Pedágios: não sabia como funcionava e tive dificuldades. Basicamente, na entrada da rodovia pedagiada há tipo uma praça de pedágio (sem funcionários) e você deve pegar um ‘bilhete’. Quando você sai da rodovia você deve inserir o tal bilhete (também em um local similar a uma praça de pedágio) e o sistema calcula o seu trajeto e o valor (pagamento em dinheiro ou cartão). Meu erro: na entrada da rodovia eu passei na chancela do TELEPASS (tipo um “sem parar” do Brasil). Logo, não peguei o tal bilhete e na hora de sair da rodovia não tinha como pagar. Apertei o botão de ajuda e expliquei o que estava acontecendo. A pessoa (via interfone) entendeu e me passou o valor correspondente. Até agora não recebi nenhuma multa.
  6. Multas eventuais (não tive nenhuma até então, mas é um risco).
  7. Danos eventuais. Isso foi algo chato. Acredito muito (não tenho como provar) que os manobristas riscaram o para-choque do carro no estacionamento de Siena. Constatei o risco apenas quando fui deixa-lo no estacionamento em Florença (eles fazem uma inspeção antes de recebe-lo). Fiquei super preocupado pois havia feito seguro com a rentalcars.com e não diretamente com a Hertz (preços dos seguros pela rentalcars e Hertz: 80 x 240 euros respectivamente). Fiquei tão ansioso/preocupado com o ocorrido que resolvi antecipar a devolução do carro em Florença mesmo (iria devolve-lo apenas em Veneza). O sinistro custou 195 euros. Segui as orientações da rentalcars e o valor foi devolvido ao meu cartão sem problemas.

Minha opinião:

O carro me ajudou a conhecer Moltepulciano e Pisa, além de viajar pela Toscana em paisagens cinematográficas. Não sei como ou se teria conhecido essas duas cidades sem o carro. Porém, apesar das vantagens, acredito que não vale a pena pelas preocupações que ele pode te trazer (multas, sinistros, etc). Caso você pretenda alugar, o melhor a se fazer (em minha opinião) é pegar em Roma e devolve-lo em Florença (e não em Veneza como havia planejado).

Como disse acima, aluguei o carro pela http://www.rentalcars.com/ e não tive problemas.

Continuando: como disse peguei o carro em Roma e fui para Siena com uma parada em Montepulciano, uma pequena cidade murada ao estilo medieval. Cheguei por volta das 13:00, parei o carro fora da cidade e fui andando até ela. Esta região também é conhecida pela ótima qualidade dos vinhos. Almocei (a melhor pizza que comi na Itália), dei algumas voltas e parti para Siena (fiquei umas 3 horas ali). Recomendo a visita.


Siena

Indispensável! Siena é uma pequena cidade medieval, linda por si só, não havendo necessidade de um roteiro. As principais atrações são o Palio e o Duomo (bem pertinho um do outro). Tive sorte pois na época em que estive lá estava tendo uma feira de chocolates artesanais no Palio! Fiquei hospedado no ‘Palazzo del Magnifico B&B’ e recomendo. O hotel fica praticamente aos fundos do Duomo e o proprietário é super simpático (paguei 90 euros/noite).

Siena

Palio de Siena com a feira de chocolate.

Sai de Siena na manhã do sábado e fui para Pisa.

Pisa: a viagem Siena-Pisa dura cerca de 1h30min. Em Pisa não há muito que fazer, apenas visitar a Torre/arredores e tirar as clássicas fotos “segurando” a torre pendente. Fiquei em torno de 1 hora no local. Sai de Pisa e fui para Florença.

Pisa

Siena – Pisa – Florença


Florença

Como acima relatei, chegando a Florença constatei o risco no carro, fiquei preocupado e optei em devolvê-lo. Cheguei ao hotel ao final da tarde e neste primeiro dia não fiz basicamente nada.

No dia seguinte segui o roteiro que tinha proposto (fotos):

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Fiquei em um B&B super bem localizado (B&B Lorenzo de’ Medici). O proprietário foi muito simpático e atencioso. O inconveniente do local era o barulho: por estar localizado em frente ao mercado municipal (alias, ótimo lugar para comprar produtos locais, tipo o mercadão de São Paulo). Pra mim isso não foi muito incomodo, pois eu acordava mais ou menos esse horário para aproveitar melhor o dia.

Peguei um trem em Siena e fui para Veneza.


Veneza

Cheguei à estação Santa Lucia por volta das 13:00, pegue um vaporeto e fui direto para o B&B (Ca´Loredan). Era um bom local, porém sem café da manhã e sem muitos recursos para faze-lo por contra própria

Dica: ao alugar uma acomodação (hotel, B&B, apartamento etc), veja se a mesma encontra-se perto de uma das estações do vaporeto, pois provavelmente você terá que se deslocam caminhando (e com as malas!!!) da estação até a sua acomodação.

A cidade em si é linda, não havendo um roteiro a ser seguido. As principais atrações são o clássico passeio de gôndola (preço tabelado de 80 euros por meia hora, para até 6 pessoas – vale cada centavo), a ponte Rialto e a Praça e a Basílica de São Marcos. Fiquei basicamente caminhando pela cidade nos dois dias em que estive nela (terça e quarta-feira).

veneza

OBS: Tudo em Veneza é caro, principalmente nos arredores da Praça São Marcos. Um cappuccino chega a custar 15 euros!!! (o valor médio nas outras cidades era em torno de 2 euros). Em uma lanchonete, o simples fato de você sentar para comer dobrava o preço de todo o cardápio (que já não era barato). Cai nessa pegadinha. Também não gostei muito dos restaurantes (tudo parecia ser “pega-turista” – comidas simples com nomes gourmets e porções pequenas). Vá com o bolso preparado! (Obs2: no segundo dia em Veneza não aguentava mais comer pouco pagando muito, então fui almoçar no McDonalds e comi igual um boi por 7,5 euros!!!).

Na quinta-feira (penúltimo dia de viagem) acordei cedo e fui para Verona.


Verona

Confesso que não tinha muita expectativa. “Apenas” ver a Arena (tipo um coliseu menor e bem preservado) e a casa da Giulieta (o romance Romeu e Giulieta foi ambientado em ali). Porém Verona foi a minha maior surpresa positiva. A cidade é fantástica, uma atração por si só! Fiquei em um excelente B&B (super confortável e bem localizado, com um proprietário muito simpático). Foi aqui onde comi melhor (abaixo os nomes dos restaurantes onde almocei e jantei). Enfim, não tinha um roteiro pronto (a parte histórica da cidade é pequena e da para fazer tudo caminhando). Verona foi a cidade na qual fiquei com vontade de morar um dia (tenho a cidadania italiana, o que ajuda um pouco). Pra mim esse destino é indispensável.

Onde fiquei: B&B 2 Terrazze (85 euros/noite).

Almoço: Hostaria La Vecchia Fontanina (menu de almoço: 12 euros com primeiro prato + segundo prato + vinho/agua + café)

Jantar: Tigella Bella (custo médio de 14 euros/pessoa + bebida por um menu “coma a vontade”).

Acordei na sexta feira em Verona, peguei um trem para Estação Central de Milão, depois novamente o Malpesa Express com destino ao Terminal 1 do aeroporto (os voos para o Brasil saem deste terminal).

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Espero que este post possa lhe ser útil. Segue um site onde tive a grata supressa de encontrar, pouco antes de viajar e com tudo já reservado, um roteiro super parecido com o meu: https://garaviagem.com/.

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Chile / Santiago (English)

Hello everyone! My blog was written in portuguese but there were many visits from another countries so I decided translate it to english. I have to say that my english is not very good, so I sorry for some mistake.

This is my first blog post! Before starting I would like to say that everything that I’ll write here is a result of personal experiences and there is no conflict of interest.

I’ve written this blog after eight days in Santiago with my wife.

LOCAL

The first question when I’ve started planning my trip to Santiago was about where to stay there. After reading some texts on the internet I chose Providencia neighborhood and the hotel ‘De Blasis B & B’.

The neighborhood was an excellent choice. It is very beautiful, safe, well located and has an excellent infrastructure for tourists: diversity of restaurants (expensive and cheap, local food and fast food), hotels, money exchange places, a large shopping center (Costanera Center) and is integrated with the Metro system.

The hotel that we chose was also very good (De Blasis B & B). I always looking for hotels on Booking.com, trying to associate cost x benefit and paying close attention in users comments. The De Blasis is a Bed and Breakfast, so, has more affordable price, but lacks hotel’s infrastructure. It is something like an adapted house with seven rooms. The location within the Providence neighborhood is excellent: it has several cafes and restaurants in the surrounding area and is right next to Manuel Mont (about 300 meters) metro station. Still has great environment, is quite beautiful and very clean. There are rooms with shared bathroom, with private bathroom outside the room and there is a room (number 2) with internal ensuite. I opted for this one. The room is small but beautiful, the bed and pillows are comfortable and there was a LED TV (40 ‘I think). The breakfast is simple and the same every day, but it’s great. The owner called Andres and is super helpful, helped us a lot with tours and tips. Anyway, I recommend! In the hotel site (www.deblasis.cl) there are explanations about the different types of rooms with photos and prices.

PS: I noticed there wasn’t fan or air conditioning in the room that I’ve stayed.

De Blasis B&B - General Flores 159

De Blasis B&B – General Flores 159

A valuable tip (literally $$$): foreigners entering Chile with passport and effect the payment of the hotel in dollars not having to pay a local tax of 19% called ISS/IVA. To obtain an exemption from this tax is necessary to pay in U.S. dollars (USD) and submit a copy of the immigration card and passport. As my passport was expired and there is a possibility to enter Chile with the I.D (for Mercossul people), I’ve needed to pay this tax.

EXCHANGE

Change money (dollars, real and euro) in Santiago is very easy. There are a lot of money exchange places. The best place that I’ve found was at the corner of Paseo Ahumada with Agustinas, in the center (easy to find). There are a lot of money exchange houses there. In the Providence neighborhood, close to Pedro de Valdivia metro station there are also some exchange houses, but the price is a little less advantageous than in the center.

 FOOD

Santiago is a 6.3 million people city, so there are restaurants of all types and prices. Something that I always try to do when possible is use the trip advisor app on your smarthphone, so I can see people’s comments about the establishments and the distance at which they are from me.

When I travel I always try to do something like that: eat a lot in breakfast, lunch at fast food or local street food and diner in a more expansive restaurant.

About prices, I’ve noted that in general is a bit cheaper to eat in Chile (than in Brazil). The fast food combos (burger + potato + soda) cost about 3-4 thousand pesos (somewhere around 5-7 dollars). There is also greater variety of fast food places there (than in Brazil). A good place to eat with various options and without spending much is the Costanera Center Mall. The entire fifth floor is reserved for fed. There is a sector with more expensive restaurants, and other with cheapest foods – like McDonald, Pizza Hut, Burger King, Taco Bell, Bobs, KFC, local fast-food, etc …

About most exclusive/expansive restaurants, you can eat well for between 20-30 thousand pesos (35-50 dollars) the couple. As an example I cite the restaurant El Ancla, located near the hotel where I’ve stayed (De Blasis B & B). The restaurant is beautiful, have an elegant decor with great service. My wife and I drunk two sodas, have ate two seafood empanadas (input) and ‘Curanto en olla’ (a local food, strange, but very tasty, something like a boiled chicken + beef + seafood + sausage + potatoes, all done together) for 18 thousand pesos (30 dollars) .

Curanto en olla

Curanto en olla

A GREAT restaurant in the downtown is New Horizon, typical Indian food, frequented almost exclusively by locals. It is located in Mercedes street, 595, close to Plaza de Armas. The restaurant offers a daily menu with frist plate + main plate + soft drink or water for 3900 pesos (about 6,5 dollars). The food is excellent! But be warned: the restaurant is very small and there is line in the opening! So arrive before the opening (12:45). The establishment is closed on Sundays and on Saturday night.

Another restaurant that I like was ‘Mares do Chile’, located in the Central Market. In the market you will suffer a great harassing by the waiters, inviting you to enter the restaurants. Prices are high and the food, by the comments I read, is not so good. It is different in ‘Mares do Chile’: a modest restaurant, but very nice, with beautiful decor, attentive waiters and great prices (3-5 thousand pesos for person, 5-8,5 dollars). I’ve eaten the typical mixed ceviche, (shrimp and raw fish, marinated a lot of time in the lemon juice, remaining virtually ‘baked’ by acidity). The food is cold and refreshing.

Ceviche

Ceviche

A typical local drink called ‘Mote with Huesillos’. How can I describe the taste?… is very sweet, with grains of wheat on background and pieces of dried peach.

Mote com huesillos

Mote com huesillos

Another drink that will quote quickly is the Pisco Sour. It is look like brazilian caipirinha: grape brandy (pisco) with lemon, sugar and ice, all in the blender and filtered. On top goes a foam raw egg white (look like, but it is not disgusting). If you like caipirinha, you’ll probably like it.

As this text is based on my limited personal experience (a trip of 8 days) it is not complete. Surely there are other foods and cool places to eat well in Chile!

I will write now several tips that you can use in Chile. I will put the values ​​in Chilean pesos. The quote was when I went +/- 1000 pesos = 1,7 dollars.

Arriving at the airport there were two options for transportation to the hotel: taxi (19 thousand pesos) and a news van (5500 pesos per person). The van is for 8 people and left them in their hotels in order of distance from the airport. I opted for the van and saved 8000 pesos. NOTE: You can pay both options by credit card.

The next day we (my wife an i) went to the downtown and ‘Cerros’. We went until Baquedano station and for go to the Cerro San Cristobal. How this day was VERY polluted we did not see anything up there, it was a disappointment.

Cerro San Cristobal - view with pollution.

Cerro San Cristobal – view with pollution.

After we walked to the Central Market, where we had lunch at Restaurant Mares do Chile. So we went to street Ahumada to make shopping and change money.

My walk: Baquedano Station -> Cerro San Cristobal -> Central Market -> Ahumada -> Palacio de la Moneda.

My walk: Baquedano Station -> Cerro San Cristobal -> Central Market -> Ahumada -> Palacio de la Moneda.

In Ahumada Street there are a lot of stores, from the simplest, through the department stores (Ripley, Falabella – something like our Riachuelo) and some more sophisticated. At about the half the length of this street there are the Plaza de Armas and the Cathedral, but both were covered with sidings.

We kept walking and near the end of Ahumada there is the Palacio de la Moneda. On alternate days there is the exchange of the presidential guard, at 10:00. We returned on another day and watched: is a military parade, very nice!

Military parade of the exchange of the presidential guard. Occurs at 10:00 on alternate days.

Military parade of the exchange of the presidential guard. Occurs at 10:00 on alternate days.

After that you can go walk or by metro to the Cerro Santa Lucia, the second tourist hill of the Chilean capital. This is much lower than San Cristobal, has several levels with gardens / squares and the ascent is by stairs. In front of it there is a great center of handicrafts and souvenirs. Among similar places that I visited this one was the more variety of products and best prices.

(NOTE: Use for the metro in Santiago you need buy a card and carry it. There is no option to buy tickets with money. The card costs 3500 pesos and more than one person can use the same card.).

On the second day we went to Viña Undurraga. There are two options to go there: by yourself (you will spend about 10 thousand pesos) or with a tour company (there are several that do this tour, costs about 29 000 pesos). My wife and I opted for the cheapest option and saved about 33 dollars per person.

To go without travel agencies you must first send an email to Vina scheduling your visit (the information about the available schedules and email are easily found on the winery website – www .undurraga.cl). To get there I read the text that I paste below (the site). (http://www.nosnomundo.com.br/2012/11/valle-del-maipo-economize-e-va-por-conta-propria-para-a-vina-undurraga/)

“Reaching the Viña Undurraga using public transportation has no mystery.

Follow the subway to the Estación Central, which is in line 1 (red), where the same line are several tourist attractions in Santiago. Subway fares vary according to time, from $ 550 to $ 660 pesos, about £ 2.20 to 2.60.

When you disembark at the station, look for signs indicating the bus terminal Estación San Borja, which is about 200 meters from the station exit.

The bus terminal is on the 2nd floor of a building, where works on the ground floor a mall. There are several signs indicating the location.

Once there, look for Flota Talagante, which is the bus company that leads to the Viña Undurraga. In general, you take the bus Flota Talagante from the platform 75 The bus ticket is purchased directly from the driver the amount of $ 1,000 pesos, or about R $ 4.37.

The bus is reasonably comfortable. The path from the terminal to the wine lasts between 45-50 minutes. Tell the driver you want off at Viña Undurraga, for he practically across the site.

On the way back just take the bus from Santiago to Flota Talagante again. The bus stop is just steps from the entrance to the winery. “

The tour Viña Undurraga: 1h 30m duration. Cost: 8000 pesos. The tour is done by a guide which tells the history of the site, the founders, talk about the different types of grapes, particularly on Carménère (the typical grape of Chile that was ‘rediscovered’ in this country), the vines, walk by the local storage of wines and visit a small museum of local culture, explains the difference between wines labeled as “Reserve” and “Special Reserve” and finally ends with a section of tasting four different types of wine. You can take your cup used in the tasting as a gift. There is a shop to buy local wines, but the prices are more expensive than in supermarkets.

In the afternoon we went on Pueblitos Dominicos. The place is something like a stylish local craft center, a replica of a typical Chilean village. There are over 150 stores and a food place. Here you will find more expensive and refined crafts / souvenirs. To get there just go to the metro station of the same name (Los Domenicos – at the end of the red line) and through a park. It is easy to find.

The next day we went to Valle Nevado with the company Turistik. The tour cost 29 thousand pesos – without the option of skiing. It was really cool, especially for us who had never seen snow. On the way to the valley the tour company stop in a store to rent clothes.

Valle Nevado (photo 180º)

Valle Nevado (photo 180º)

We spend a whole day to visit Viña del Mar and Valparaiso (with the company Turistour – 33000 pesos per person). The tour was interesting, but as I live in Vitória / ES and I’m used to seeing beautiful beaches, I confess that it was not something surprising. It is a recommended tour for those who have available days.

IMPORTANT: there are many gypsies in Valparaiso addressing tourists asking to read the hand. They will try to steal you in a moment of distraction!

Viña del Mar

Viña del Mar

Valparaiso

Valparaiso

The last two days were really beautiful because it was rained in the day before and there was no pollution anymore. We came back Cerro San Cristobal. It was completely different from our first visit! The view was beautiful, you could see all Santiago and the Cordilleras!

Cerro San Cristobal - view without pollution.

Cerro San Cristobal – view without pollution.

Those are my tips related to my trip to Chile! I hope you enjoyed!

Chile / Santiago – Compras

Caro leitor,

Vou fazer um breve post em relação ao preço de roupas e eletrônicos no Chile.

ROUPAS: no geral as roupas são mais barato no Chile, porém não é nada absurdo. No que pude reparar as roupas femininas são proporcionalmente mais baratas que as masculinas. Garimpando as lojas de departamento (Rippley, Falabella) é possível encontrar ótimos preços. Por exemplo: minha esposa comprou calça jeans (de uma marca local) por 25 reais, uma jaqueta de couro sintético por 80 reais, suéter por 25 reais. As roupas de marcas conhecidas também são mais baratas, porém ainda assim tem um preço salgado (pelo menos para o meu bolso).

Falaram-me de um local onde há lojas de Outlet de marcas famosas com bons preços. Fica um pouco afastado de Santiago (uns 15 km do centro) e as duas principais lojas são Easton Outlet Mall (http://www.eastonoutletmall.cl) e Buenaventura (http://www.buenaventurapremium.cl).

ELETRÔNICOS: são realmente mais baratos por lá. Um iPad Air mini 16GB sem 3g estava 150 mil pesos (uns 630 reais) enquanto no Brasil no mesmo período custava cerca de 1250 reais. O celular MotoG 8GB estava 99 mil pesos (cerca de 410 reais) enquanto aqui custava (no mesmo período) 650 reais. Vi uma impressora da Epson a jato de tinta por 65 reais e uma a laser da Samsung por 160 reais (esses foram os preços que mais chamaram a minha atenção).

Qualquer dúvida fiquem a vontade para mandar perguntas!

Abraços!!!

Chile / Santiago (parte 3 – Final)

Olá a todos!

Continuando algumas dicas sobre o Chile

Vou escrever varias pequenas dicas e um esboço do meu roteiro no Chile. Vou colocar os valores em pesos chilenos. A cotação quando eu fui era +/- mil pesos = 4,2 reais.

Chegando ao aeroporto havia duas opções de transporte para o hotel: taxi (19 mil pesos) e uma van coletiva (5,5 mil pesos por pessoa). A van transportava umas 8 pessoas e as deixavam em seus respectivos hotéis, por ordem de distância em relação ao aeroporto. Optei pela van (foi um pouco mais demorado, pois fui o terceiro a ser entregue, porém economizei 8 mil pesos – valeu a pena). OBS: você pode pagar as duas opções com cartão de crédito.

No dia seguinte fomos conhecer o centro da cidade e os Cerros. Descemos na estação Baquedano e fomos ao Cerro San Cristobal. Como estava MUITO poluído não deu pra ver nada lá de cima, foi uma decepção.

Cerro San Cristobal – vista com a poluição.

Descemos e fomos andando até o Mercado Central, onde almoçamos no Restaurante Mares do Chile. Dai fomos para rua Ahumada fazer comprar e trocar dinheiro.

Minha caminhada: Estação Baquedano -> Cerro San Cristobal -> Mercado Central -> Ahumada -> Palácio de la Moneda.

Minha caminhada: Estação Baquedano -> Cerro San Cristobal -> Mercado Central -> Ahumada -> Palácio de la Moneda.

Na Ahumada há vários tipos de loja, desde as mais simples, passando pelas lojas de departamento (Ripley, Falabella – algo como nossa Riachuelo) e algumas lojas mais sofisticadas. É também em uma das travessas da Ahumada que fica a Rua Augustinas, onde há várias casas de cambio e onde encontrei a melhor cotação.Mais ou menos na metade da extensão dessa rua fica a Plaza de Armas e a Catedral, porém ambas estavam cobertas por tapumes.

Continuamos andando e próximo ao final da Ahumada fica o Palácio de la Moneda, a sede do poder executivo. Em dias alternados há a troca da guarda presidencial, às 10:00. Voltamos em outro dia e assistimos: é um desfile militar, vale a pena conhecer!

Desfile militar da troca da guarda presidencial. Ocorre as 10:00 em dias alternados.

Desfile militar da troca da guarda presidencial. Ocorre às 10:00 em dias alternados.

Dai é possível ir andado (uma boa caminhada) ou de metro para o Cerro Santa Lucia, o segundo morro turístico da capital chilena. Este é bem mais baixo que o San Cristobal, tem vários níveis com jardins/praças e a subida é por escadas. Na frente deste Cerro há um ótimo centro de artesanatos e souvenir. Dentre os locais similares que visitei este foi o que oferece mais variedade de produtos e com melhores preços.

(OBS: para utilizar o metro em Santiago você necessariamente deve comprar um cartão e carrega-lo. Não há a opção de comprar passagens avulsas com dinheiro. O cartão custa 3500 pesos. Mais de uma pessoa pode usar o mesmo cartão).

No segundo dia fomos à Viña Undurraga. Há duas opções para fazer o passeio: por você mesmo (irá gastar uns 10 mil pesos) ou por uma empresa de turismo (são varias que fazer esse passeio, custa uns 29 mil pesos). Eu e minha esposa optamos pela opção maia barata e economizamos uns 80 reais por pessoa.

Para ir sem a necessidade de agências de turismo você primeiramente deve enviar um e-mail para a viña com alguns dias de antecedência agendando a sua visita (as informações referentes aos horários disponíveis e o e-mail são facialmente encontrados no site da vinícula – www.undurraga.cl). Para chegar lá li o texto que vou colar abaixo (do site ) e deu 100% certo! (http://www.nosnomundo.com.br/2012/11/valle-del-maipo-economize-e-va-por-conta-propria-para-a-vina-undurraga/)

“Chegar até a Viña Undurraga usando o transporte público não tem mistério.

Siga de metrô até a Estación Central, que fica na linha 1 (vermelha), mesma linha onde ficam diversas atrações turísticas de Santiago. As tarifas do metrô variam conforme o horário, de $550 a $660 pesos, aproximadamente R$ 2,20 a 2,60.

Ao desembarcar na estação, procure as placas indicando o terminal de ônibus Estación San Borja, que fica a uns 200 metros da saída da estação.

O terminal de ônibus fica no 2° andar de um prédio, onde funciona no andar térreo um shopping. Há várias placas indicando o local.

Chegando lá, procure pela Flota Talagante, que é a empresa de ônibus que leva até a Viña Undurraga. Em geral, você pega os ônibus da Flota Talagante a partir da plataforma 75. O bilhete de ônibus é comprado diretamente com o motorista pelo valor de $ 1.000 pesos, cerca de R$ 4,37.

O ônibus é razoavelmente confortável. O trajeto do terminal até a vinícola dura entre 45 a 50 minutos. Avise ao motorista que deseja descer na Vinã Undurraga, que ele para praticamente em frente ao local.

Na volta basta pegar novamente o ônibus da Flota Talagante até Santiago. O ponto de ônibus fica a poucos passos da entrada da vinícola.”

O passeio pela Viña Undurraga: duração de aproximadamente 1h 30m. Custo: 8 mil pesos. O passeio é feito por um guia/funcionário da viña que conta a história do local, dos fundadores, comenta sobre os diferentes tipos de uvas, em especial sobre a Carménère (a uva típica do Chile que foi ‘redescoberta’ neste pais), as parreiras (se você for no inverno elas estarão desfolhadas), faz um passeio pelo local de estocagem dos vinhos e por um pequeno museu de cultura local, explica a diferença entre os vinhos rotulados como “Reserva” e “Reserva Especial” e finalmente termina com uma seção de degustação de quatro diferentes tipos de vinho. Como presente você pode levar sua taça usada na degustação. Há uma loja para comprar vinhos locais, porém os preços são mais caros que nos supermercados (o vinho que estava sendo vendido lá por 4 mil pesos custava no supermercado Jumbo 2200 pesos).

A tarde fomos em Pueblitos los Dominicos. O local é algo como um elegante centro de artesanato local, uma réplica de um típico povoado chileno com ruas labirínticas, chão de terra batida, córregos e um viveiro de aves. Há mais de 150 lojas e uma mini praça de alimentação. Aqui você ira encontrar artesanatos mais caros e refinados. Para chegar lá basta ir até estação de metro com o mesmo nome (Los Domenicos – na extremidade da linha vermelha) e atravessar um parque, é bem fácil de encontrar.

No dia seguinte fomos ao Valle Nevado com a empresa Turistik. O passeio custou 29 mil pesos – sem a opção de esquiar. Foi muito legal, ainda mais para nós que nunca havíamos visto neve. No caminho ao vale a empresa de turismo para em um local para alugar roupas. Acredito que não há necessidade de alugar roupas com o intuito de se proteger do frio. Aluguei uma calça e botas apenas para ficar impermeável e poder brincar na neve sem ficar todo molhado. Apesar de ser frio nas montanhas, o sol acaba não deixando a sensação térmica tão baixa.

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Valle Nevado (foto 180º)

Tiramos um dia para visitar Vinã del Mar e Valparaiso (com a empresa Turistour – 33 mil pesos por pessoa). O passeio foi interessante, porém como moro em Vitória/ES e já estou acostumado com belas paisagens litorâneas, confesso que não foi algo surpreendente. É um passeio recomendável para quem tem dias disponíveis.

IMPORTANTE: em Valparaiso há muitos ciganos que abordam os turistas pedindo para ler a mão. É golpe! Eles vão tentar te furtar em um momento de distração!

Viña del Mar

Viña del Mar

Valparaiso

Valparaiso

Os dois últimos dias de viagem foram realmente belos pois como havia chovido no dia anterior a poluição havia “baixado”. Aproveitamos a oportunidade e voltamos ao Cerro San Cristobal. Foi completamente diferente da nossa primeira visita! A vista era linda, era possível ver toda Santiago e as Cordilheiras! Teria voltado para o Brasil com uma impressão muito negativa deste local se não tivesse retornado neste ultimo dia.

chile (430)

Cerro San Cristobal – vista sem a poluição.

Essas são minhas dicas referente à minha viagem ao Chile! Vou estar atualizando esse post a medida que for lembrando de boas dicas! Espero que tenham aproveitado!

Chile / Santiago (parte 2)

Olá a todos!

Continuando algumas dicas sobre o Chile

COMIDAS

Santiago é uma cidade de 6,3 milhões de habitantes, logo há restaurantes de todos os tipos e preços. Algo que sempre faço (quando possível, pois não são todas as cidades que tem) é utilizar o aplicativo do trip advisor no celular, assim vejo os comentários das pessoas sobre os estabelecimentos e a distância a que eles se encontram.

Quando viajo tento sempre fazer assim: geralmente como bem no café da manhã, almoço em fast food ou comida de rua local e janto em um restaurante mais diferenciado.

Em relação aos preços, pude perceber que no geral é um pouco mais barato comer no Chile. As redes de fast food oferecem combos (hambúrguer + batata + refrigerante) por cerca de 3 a 4 mil pesos (algo em torno de 13 a 17 reais – no Brasil, costumo pagar uns 20 a 25 reais). Há também maior variedade de redes lá, como Taco Bell e KFC (várias unidades), além das redes locais. Um bom local para comer com várias opções e sem gastar muito é no Shopping Costanera Center. O quinto andar é todo reservado para alimentação, sendo um setor com restaurantes mais caros, padrão OutBack, e outro com redes de fast food – Mc Donald, Pizza Hut, Burger King, Taco Bell, Bobs, KFC, redes locais, etc…

Em relação aos restaurantes mais exclusivos, é possível comer bem por algo entre 20 a 30 mil pesos (90 a 130 reais) o casal. Como exemplo cito o restaurante El Ancla, localizado na rua paralela ao hotel em que me hospedei (De Blasis B&B). O restaurante é muito bonito, elegante e bem decorado, com ótimo atendimento. Eu e minha esposa pedimos dois refrigerantes (não somos apaixonados por vinhos), duas empanadas de frutos do mar (entrada) e como prato principal pedimos ‘Curanto en olla’ (um prato típico local, estranho, porém muito saboroso, algo como um cozido com frango + carne de boi + frutos do mar + linguiça + batatas, tudo feito junto) por 18 mil pesos. Não comemos sobremesa pois já estávamos satisfeito uma vez que o prato é bem grande, serve bem duas pessoas. Se tivéssemos pedido vinho e sobremesa teríamos gastado uns 25 mil pesos.

Curanto en olla

Curanto en olla

Um ÓTIMO restaurante que fui chama-se New Horizon, de comida típica indiana, frequentado quase que exclusivamente por locais. Está localizado na rua Mercedes, 595, próximo a Plaza de Armas. O restaurante oferece diariamente um menu com entrada + prato principal + refrigerante ou água por 3900 pesos (uns 17 reais). A comida é excelente! Mas atenção: o restaurante é bem pequeno e logo na abertura já há fila! Então, chegue um pouco antes da abertura (12:45). O estabelecimento fecha aos domingos e no sábado à noite.

Outro restaurante que foi digno de nota chama-se Mares do Chile, localizado no Mercado Central. No mercado você irá sofrer um grande assédio dos garçons, convidando-o para entrar nos restaurantes. Os preços são altos e a comida, pelos comentários que li, não vale o valor. Diferente disso foi o Mares do Chile: um restaurante modesto, porém bem legal, com decoração bonita, garçons atenciosos e preços ótimos (3 a 5 mil pesos o prato individual – 13 a 17 reais). Comi o típico ceviche misto, que é um prato com camarão e peixe cru, marinados bastante tempo no suco de limão, ficando praticamente ‘cozido’ pela acidez. O prato é frio, bem refrescante. Não foi o meu prato preferido no Chile, porém vale a pena experimentar.

Ceviche

Ceviche

Uma bebida típica local chama-se mote com huesillos. É algo como o nosso caldo de cana, porém com um sabor bem diferente. A tentativa de descrevê-lo seria: é muito doce, com grãos de trigo no fundo e pedaços de pêssego desidratados. A bebida em si parece bastante com o liquido que vem nas latas de pêssego em calda.

Mote com huesillos

Mote com huesillos

Outra bebida que citarei rapidamente é o Pisco Sour. É muito parecido com nossa caipirinha: aguardente de uva (pisco) com limão, açúcar e gelo, tudo batido no liquidificador e filtrado. Em cima vai uma espuma de clara de ovo cru (apesar de parecer, não é nojento). Se você gosta de caipirinha, provavelmente irá gostar.

Como este texto baseia-se em minha restrita experiência pessoal (uma viajem de 8 dias) ele não é completo. Com certeza há outras comidas e locais legais para comer bem no Chile!

Chile / Santiago (parte 1)

Olá a todos!

Esse é meu primeiro post no blog! Antes de começar gostaria de deixar claro que tudo que vou escrever é resultado de experiências pessoais e não há nenhum conflito de interesse.

Cheguei hoje do Chile (27/08/2014) depois de uma estadia de 8 dias junto com minha esposa.

Vou escrever as dicas em forma de tópicos.

LOCAL (Bairro e Hotel)

O primeiro questionamento quando comecei a planejar a viagem foi referente ao local onde ficar. De nada adianta ficar em um ótimo hotel porém mal localizado e vice-versa. Após ler alguns textos na internet optei por ficar no bairro de Providencia e no hotel De Blasis B&B.

O bairro sem dúvida foi uma excelente escolha. É muito bonito, seguro, bem localizado e apresenta ótima infraestrutura para turistas: diversidade de restaurantes (caros e baratos, de comida local e de redes fast food), hotéis, lojas, casas de câmbio, um grande Shopping Center (Costanera Center) e está integrado ao sistema de metro.

O hotel que escolhi também foi muito bom (De Blasis B&B). Sempre procuro hotéis no Booking.com, tentando associar custo x benefício e prestando bastante atenção aos comentários do pessoal. O De Blasis é um Bed and Breakfast (dai vem o “B&B” do nome) logo, tem preço mais acessível, porém não possui infraestrutura de hotel. O local é algo parecido com uma casa adaptada, com sete quartos para hóspedes. A localização dentro do bairro Providência é excelente: tem vários cafés e restaurantes no entorno e fica bem próximo à estação de metro Manuel Mont (uns 300 metros). Apresenta ainda ótimo ambiente, é bem bonito e muito limpo. Há quartos com banheiro coletivo, com banheiro privativo fora do quarto e há um quarto (o número 2) com banheiro privativo interno. Optei por este último. O quarto é pequeno, porém bonito, a cama e os travesseiros são confortáveis, possui TV de LED (40’ acho) com DIRECT TV e sistema de aquecimento. O café da manhã é simples e igual todos os dias, porém é ótimo. O proprietário chama-se Andrés e é super solícito, nos ajudou bastante com passeios e dicas. Enfim, recomendo! No site do hotel (www.deblasis.cl) há explicações referentes aos diferentes tipos de quartos com fotos e os preços.

OBS: notei que no quarto que me hospedei não havia ventilador nem ar condicionado. Não sei se esses equipamentos fazem falta no verão.

De Blasis B&B - General Flores 159

De Blasis B&B – General Flores 159.

Uma dica valiosa (literalmente $$$): estrangeiros que entram no Chile COM passaporte e efetuam o pagamento do hotel em dólares não precisam pagar um tributo local de 19% chamado ISS (semelhante ao nosso ICMS). Para obter a isenção deste imposto, é necessário efetuar o pagamento em dólares americanos (USD) e apresentar uma cópia do cartão de imigração e do passaporte. Como meu passaporte estava vencido e existe a possibilidade de entrar no Chile apenas com o RG, acabei pagando esse imposto. Então, veja se vale a pena (para os que ainda não possuem passaporte): tirar o documento ou pagar os 19% de ISS (no meu caso paguei 110 dólares a mais).

CÂMBIO

Pesquisei bastante antes se valia mais a pena levar reais ou dólares para trocar por pesos chilenos. Na época em que eu estava lá posso assegurar que havia mais vantagem em levar dólares. Vejam:

1 dolar – 2,40 reais (no Brasil – que saudade :~(

1 dolar – 587 pesos (no Chile)

1 real – 230 pesos (no Chile)

(Esses valores referem-se às melhores cotações que encontrei)

Na prática:

Troquei 2,40 reais no Brasil por 1 dolar e no Chile troquei esse 1 dolar por 587 pesos.

No Chile 1 real valia 230 pesos, logo, os mesmos 2,40 reais seriam trocados por 552 pesos.

Assim sendo, na época em que estive no Chile (segunda quinzena de agosto de 2014) a conversão de real para dólar (no Brasil) e dólar para peso (no Chile) foi mais vantajosa que a troca de real para peso (no Chile) em 35 pesos para cada dólar trocado (ou para cada 2,40 reais trocados). Quer saber o que está valendo a pena? Nesse site (http://www.cambiosantiago.cl/) tem os valores atualizados. Fazendo as contas dá para ter uma ideia.

Em relação aonde trocar dinheiro, o melhor local que encontrei foi na esquina da rua Agustinas com a Paseo Ahumada, no centro (bem fácil de achar). Ai há várias casas de cambio, uma ao lado da outra. No bairro de Providência, próximo a estação Pedro de Valdívia também há algumas casas de cambio, porém a cotação é um pouco menos vantajosa que no centro.

Vou parar por aqui por hoje. Espero ter ajudado! Vou continuar postando dicas nos próximos dias.

Abraços!!!